quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Mau uso da internet.

Diante do computador conectado à Internet, qualquer criança pode assinar uma tese acadêmica.
Para inquietação de professores, instituições e pais, endereços eletrônicos oferecem trabalhos escolares e universitários prontos sobre qualquer tema. Escolas e universidades estão despertando para o problema e começam a adotar medidas para coagir o plágio. Os sites da Internet que se aproveitam da indolência de estudantes tanto vendem trabalhos e teses feitos sob encomenda quanto os colocam à disposição gratuitamente. Nos gratuitos, basta escolher a página e optar pelo trabalho mais parecido com o tema proposto pelo professor.
- Aí é só colocar no editor de texto, mudar a fonte e imprimir com meu nome - diz um estudante de 13 anos, aluno de 8ª série em escola da Capital (Porto Alegre).
Nas dezenas de sites que se apresentam como fontes gratuitas de consulta, esse processo não leva mais de cinco minutos. É o caso do que leva o nome sugestivo de www.zemoleza.com.br e contabiliza mais de 450 mil acessos. Os professores estão aprimorando os métodos de avaliação para voltar a formar bons estudantes em vez de hábeis copiadores. Grande parte dos mestres viu-se obrigada a se precaver das artimanhas dos trabalhos prontos restringindo a abrangência dos temas das pesquisas.
Além de tornar mais específico o assunto, passaram a exigir a citação das fontes de pesquisa, com uma crítica separada do aluno sobre o tema. Conhecer esses sites também pode ser uma estratégia importante no combate à fraude. Outros endereços para esse fim são www.trabalhosprontos.com.br e o www.minadeideias.com.br.
A solução é estimular a valorização da ética desde as séries iniciais, impedindo que a prática avance até a universidade




Fonte: Portal São Francisco.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

De volta às raízes...

Muito boa idéia! Rever amigos e momentos engraçados, yep!

Meu tesouro.


Um campo de batalha, repleto por tanques de guerra, catapultas, armadilhas, e alguns soldados dispostos à atirar sem piedade alguma a quem ousar aproximar-se do forte sem autorização. Era capaz de ter minas espalhadas, apenas para aumentar o grau de periculosidade. Não havia segurança nem para esses soldados, qualquer passo falso poderia causar um verdadeiro estrondo. Talvez só grandes comandantes, devidamente treinados, receberam as ordens e localização do perigo, tendo livre acesso à área. Eram poucos, mas suficientes para deixar o ambiente sempre protegido. O Forte guardava o bem mais precioso e intocável de uma pessoa, algo que quem ousasse relar, estaria sempre exposto às mais terrível torturas e um cruel destino. Era um bem tão puro, que talvez nunca tivesse sido usado. Apenas esses comandantes haviam tido coragem e destreza no manejo de tal bem, muitos haviam perdido batalhas, outros nem tentavam.
A preciosidade estava segura, era isso que todos deviam saber, até o dia em que fora tocado sem a menor autorização. Um grande terremoto e um pequeno rebuliço despertou atenção da proprietária, aquilo só significava que seu Forte fora invadido. Câmeras de segurança acusaram que a “traição” fora por um de seus comandantes, recentemente contratado, talvez já houvesse sido planejado, ou talvez ele não tenha resistido à beleza do brilho. O invasor roubara o tesouro sutilmente, poderia ter sido ação de um profissional, mas não, ele não se enganara pelas falcatruas espalhadas dentro do Forte, passou imperceptivelmente por todas armadilhas e apoderou-se do tesouro. O tesouro nunca havia sido roubado de fato, algumas tentativas fracassadas e marcas foram deixadas durante os anos, mas o furto dessa vez ocorrera, e deixou todos incapazes. Equipes de busca e apreensão foram enviados, armamento pesado, mas o inimigo recusava-se à se render, e qualquer tentativa de resgate só o fortalecia.  
O tempo foi passando, sem seu tesouro, enfim via-se capaz de viver momentos que restringiu-se, percebeu que seu reino estava melhor, os comandantes agora lutavam por honra, estavam mais dispostos à impedir outro ataque surpresa. Finalmente a guerra teve fim, não era preciso reaver o tesouro, percebera que estava em ótimas mãos, e um acordo foi firmado: Dois tesouros, um de cada líder, estava guardado no Forte, dessa vez com a proteção do único que ousara roubar e este não estava disposto à contar como fizera isso. O campo estava bem, com pequenas batalhas e com a união de dois grandes líderes, a 3º Guerra Mundial poderia ocorrer.